o calor aperta-me mais do que a saia
que saia de mim este calor
de mim
terça-feira, 6 de setembro de 2016
lisboa marroquina
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terça-feira, setembro 06, 2016
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terça-feira, 26 de julho de 2016
Ar fresco
em dias de calor, abro a janela e quero que a rua entre cá em casa
que venha ela, sem ruídos de motores,
cheiros de óleo queimado
dos novos restaurantes da vizinhança,
que venham apenas os chilreares dos pássaros
a minha gaiola é a tua gaiola
que venha ela, sem ruídos de motores,
cheiros de óleo queimado
dos novos restaurantes da vizinhança,
que venham apenas os chilreares dos pássaros
a minha gaiola é a tua gaiola
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domingo, 3 de julho de 2016
partiu-lhe a asa
partiu-lhe a asa
mas ela nadou na mesma
partiu-lhe a asa
partiu-lhe a casa
partiu-lhe o vidro
partiu-lhe a dor
ao meio
mas ela nadou na mesma
partiu-lhe a asa
partiu-lhe a casa
partiu-lhe o vidro
partiu-lhe a dor
ao meio
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sábado, 2 de julho de 2016
A3
Quando preciso de pensar
imprimo em A3
e lá vou eu mergulhar
no papel,
sem margens,
espaço liberto
de letras e vírgulas,
que branco,
finura da exactidão,
ai se o meu amigo Luís
soubesse,
deserdava-me,
claro
imprimo em A3
e lá vou eu mergulhar
no papel,
sem margens,
espaço liberto
de letras e vírgulas,
que branco,
finura da exactidão,
ai se o meu amigo Luís
soubesse,
deserdava-me,
claro
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dobradiças
as dobradiças permitem
às portas
ser portas
sem deixarem de ser
espaço de
passagem
as dobradiças
gostam de parafusos
como os parafusos
gostam de chaves
de fendas
e as chaves de fendas
gostam é de sair
da caixa de ferramentas
como se de uma viagem
se tratasse
às portas
ser portas
sem deixarem de ser
espaço de
passagem
as dobradiças
gostam de parafusos
como os parafusos
gostam de chaves
de fendas
e as chaves de fendas
gostam é de sair
da caixa de ferramentas
como se de uma viagem
se tratasse
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terapias não convencionais
Os netos curam tudo
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domingo, 5 de julho de 2015
triângulos
que coisa mais coisa me disseste
querias falar do sol
e acabaste por falar da terra
como se fosse imunda
repleta de buracos e
bolas perdidas
mas não o é
o tempo?
a terra está à mão de semear
por isso os dedos
são tão importantes,
as mãos
e a família
à mesa
sentada para não estar de pé
em cima de cadeiras
com talheres à frente
guardanapos cheios de triângulos
bocas tagarelas
pedaços de pão
a limpar o prato
querias falar do sol
e acabaste por falar da terra
como se fosse imunda
repleta de buracos e
bolas perdidas
mas não o é
o tempo?
a terra está à mão de semear
por isso os dedos
são tão importantes,
as mãos
e a família
à mesa
sentada para não estar de pé
em cima de cadeiras
com talheres à frente
guardanapos cheios de triângulos
bocas tagarelas
pedaços de pão
a limpar o prato
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médio prazo
a incerteza dá ânimo, força vital. a certeza é uma seca. Se não hoje, amanhã. dizem que é o futuro.
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chinelo
agarrou-se ao chinelo e foi passear comigo. Toda a tarde em festa.
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quinta-feira, 16 de abril de 2015
a história da ervilha à minha maneira
as pessoas chatas são o pior do mundo. e o que são pessoas chatas? Sujeitos que nunca espreitaram para fora do seu umbigo, que nunca pesaram as opiniões na balança do bom senso, que gostam de dizer bem de quem não conhecem e mal de quem está ao seu lado. as pessoas chatas são também normalmente pouco sensíveis e normalmente ocupam muito espaço. Quando estão, ocupam o quinto do espaço que deviam em qualquer sala, quer seja por causa do tom de voz gordo, ondulado, quer seja pelos modos brutos. Roubam espaço. O movimento das pessoas chatas faz interferência no oxigénio. As pessoas chatas desconhecem a delicadeza. e não gostam de pássaros
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